sexta-feira, 1 de novembro de 2013



É infinitamente mais vagaroso do que aquele movimento de fricção dos dedos, mas às vezes parece mesmo que o tempo passa na velocidade de um estalo.
É começo de ano e quando vê já era natal. o despertador tocou, mas quando percebe anoiteceu.
Assim seguem os dias: algumas vezes arrastados, na maior parte das vezes ninguém sente passar.
Se o tempo é ágil ou se nós somos dispersos, não dá pra saber. mas se soubermos aproveitar esses minutos de lucidez que acontecem antes dos dedos se encostarem, os intervalos entre um estalo e outro terão valido a pena. 

(Fernanda Gaona)

4 comentários:

  1. O tempo não perdoa....culpa dos relógios suiços...:)))

    Beijinho

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  2. Frida.... é assim a música do tempo.... rápidos compassos, que, às vezes, nem nos damos conta de sua toada.
    Beijos do amigo saudoso!
    Me esqueceu?

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    1. Fui no seu blog, mas vc nao o reativou...

      Obrigada pelo carinho amigo...
      Beijos...

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  3. É justamente neste intervalo entre um estalar e outro que muitas vezes nos perdemos na procura de algo que, infelizmente, só vamos descobrir no último estalar.
    Lindo e significativo texto, com proveitosas lições.
    Que seja lindo o teu final de semana, com sorrisos brincando entre estrelas, estas aí que estão a iluminar o teu doce olhar.
    Com carinho,
    Helena

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