quarta-feira, 18 de julho de 2012

 

Amo tua voz e tua cor
E teu jeito de fazer amor
Revirando os olhos e o tapete,
 Suspirando em falsete
Coisas que eu nem sei contar.
Ser feliz é tudo que se quer!
Ah! Esse maldito fecheclair!...
De repente, a gente rasga a roupa
E uma febre muito louca
Faz o corpo arrepiar.
Depois do terceiro ou quarto copo
Tudo que vier eu topo.
Tudo que vier, vem bem.
Quando bebo perco o juízo.
Não me responsabilizo
Nem por mim, nem por ninguém.
Vou ficar até o fim do dia
Decorando tua geografia
E essa aventura
Em carne e osso
Deixa marcas no pescoço.
Faz a gente levitar.
Tens um não sei que de paraíso
E o corpo mais preciso
Que o mais lindo dos mortais.
Tens uma beleza infinita
E a boca mais bonita
Que a minha já tocou.

Um comentário:

  1. Boa Noite.
    Foi um prazer enorme conhecer seu blog
    ler seu poema .
    Linda poesia versos maravilhosos estou seguindo você com muito carinho.
    Será um prazer enorme receber você no meu blog beijos,Evanir.

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